
Corrosão, como explica o dicionário, é a deterioração de um material causada por reações químicas que, gradualmente, o transformam em outros materiais. É o que acontece com o ferro que, ao reagir com o oxigênio, se transforma em ferrugem.
Como tudo o que é feito de metal, o motor do carro também está sujeito à corrosão e, por isso, é preciso protegê-lo. Mas o que causa esse problema e como fazer essa proteção?
São várias as causas que podem provocar corrosão, e, para cada uma delas, existe um tipo diferente de proteção.
A primeira é a falta de proteção adequada sobre as superfícies metálicas, que permite que fiquem expostas ao oxigênio, à água e a compostos ácidos. Para evitar esse problema, usa-se o óleo lubrificante, que funciona como uma película de proteção, cobrindo as superfícies e evitando também o atrito que ocorreria se os componentes se encostassem diretamente. A corrosão pode acontecer se o carro circular com óleo muito baixo, pois, nesse caso, ele não consegue proteger toda a área crítica, ou se o lubrificante ficar velho e se degradar, perdendo o poder de proteção e permitindo a formação de ácidos orgânicos, que são corrosivos. Para esses problemas, a prevenção é simples: utilizar lubrificante de qualidade, dentro das especificações do fabricante, e trocá-lo nos prazos corretos.
Outro motivo que pode causar corrosão é o excesso de umidade, que pode penetrar no motor de várias maneiras. Isso acontece com frequência em lugares muito úmidos, como cidades litorâneas, onde a presença do sal também agrava a situação. Em ambientes assim, é comum que a água se condense na região do cárter. A sujeira das estradas de terra também pode aderir à parte interna do motor e reter umidade, o que pode causar ferrugem. Outra situação em que isso acontece é quando o motorista utiliza água comum no radiador, não coloca fluido de arrefecimento ou se esquece de repor. Nesse caso, a água do sistema de arrefecimento, em alta temperatura, acaba trabalhando contra a proteção do motor.
Existe também a corrosão eletrolítica, que acontece quando dois metais diferentes, como ferro e cobre, entram em contato com água, o que produz pequenas correntes elétricas que, ao longo do tempo, corroem as superfícies. Produtos químicos agressivos também podem ser os culpados. Vazamentos de ácido da bateria ou corrosão pelo uso de combustível de baixa qualidade (eventualmente adulterado) são situações com as quais os mecânicos se deparam com frequência. Para carros mais antigos, o próprio etanol misturado à gasolina pode, eventualmente, causar problemas.
Para proteger o motor do carro, dois itens são fundamentais. Um deles é o fluido de arrefecimento, que evita a corrosão dentro do sistema que controla a temperatura do motor, pelo qual circula água desmineralizada. O outro é o lubrificante correto, dentro das especificações do fabricante. Óleos modernos, como o Mobil Super™ 5W-30 Sintético D1, prolongam a vida útil do motor e oferecem excepcional proteção em todas as condições de operação, evitando a formação de borras e ferrugem, tanto em veículos novos como em antigos. Confira aqui qual é o óleo ideal para o seu carro!