
O mercado brasileiro de motos ganha cada vez mais opções de modelos elétricos, não apenas entre as motos propriamente ditas, mas também motonetas, scooters e ciclomotores, opções que muitas vezes oferecem preços mais acessíveis e – no caso dos ciclomotores – podem ser guiados por pessoas com licença ACC (autorização para conduzir ciclomotores, que é mais simples de obter).
As novidades mais recentes nesse cardápio são ainda mais simples, duas “motos” elétricas da fabricante Watts, que são enquadradas como autopropelidos (a mesma categoria dos patinetes elétricos), e por isso mesmo não precisam sequer de licenciamento ou licença para pilotar. WS50 e W5, apresentadas no site do Autopapo, apesar de simples e de pouca potência, são mais em conta que uma moto convencional, podem ser encontrados a pronta entrega nas lojas da marca, e têm autonomia de até 100 km, ideal para uso dentro da cidade.
Já existem tantas opções que o Estado de Minas fez uma listagem dos modelos elétricos mais acessíveis, para quem está avaliando a compra de uma moto. Encontrou uma faixa de entrada de R$ 8.990 ocupada pela scooter Shineray SE3, com concorrentes como a Voltz EV1 Sport, com preço na casa dos R$ 14.500.
Como lá fora os modelos não param de ser lançados, é provável que em breve mais novidades cheguem por aqui. A Honda, por exemplo, apresentou duas novas opções, uma na Europa e outra na China, dentro de seu projeto de ter 30 modelos elétricos até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono em toda a sua linha de motos na década de 2040. O Estadão mostrou as duas: a CUV, uma scooter com autonomia de 70km, e a E-VO, uma moto com visual futurista que roda até 170 km com bateria cheia.
Saiba mais nos sites Autopapo, Estado de Minas e Estadão.